TRABALHO, EDUCAÇÃO E CAPITAL: É POSSÍVEL UMA EDUCAÇÃO MAIS HUMANIZADORA?

Dionys Morais dos Santos

Resumo


Este estudo vem reforçar a necessidade de levar, à sociedade, conhecimentos acerca de uma realidade imposta e falseada por discursos políticos estatais que legitimam os interesses do grande Capital e que tem na escola seu lócus de reprodução. Por meio de uma revisão bibliográfica que enfatiza as relações estabelecidas entre Educação e Capital, constatou-se que através de um processo de internalização do discurso ideológico, os ideários da flexibilidade e da empregabilidade atuam, explicitamente, como "formadores" de mão de obra alienada, ordeira e adestrada para atender às exigências do novo modelo de produção. A escola, nesse contexto, não deve ser entendida como a multiplicadora do Saber ou mera reprodutora de conhecimentos institucionalizados, mas como instituição pública que atende aos interesses do Capital. Desta forma, fez-se necessário uma investigação teórica capaz de nos conduzir a uma compreensão das principais bases que sustentaram um modelo educacional dominante e de que forma autores que versam sobre esse tema colocam formas de superação dessa estrutura.

Palavras-chave


EDUCAÇÃO; CAPITAL; ESTADO

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Revista Equador, ISSN 2317-3491, Universidade Federal do Piauí.

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