Platonia insignis Mart com aplicações farmacológicas para o Sistema Nervoso Central: uma revisão

Ana Paula Santos Correia Lima Silva, Lúcia Cardoso Araújo, Bruna Cardoso Melo, José Carlos Correia Lima Silva Filho, Maria da Conceição Prado Oliveira, George Laylson da Silva Oliveira, Joaquim Soares Costa Júnior

Resumo


A quimiodiversidade e a potencialidade farmacológica da flora brasileira são imensuráveis e permitem o estudo de plantas nativas de cada região, como é o caso da Platonia insignis Mart (Clusiaceae). Investigações sobre a composição química das plantas da família Clusiaceae mostraram que estas são ricas principalmente em xantonas e benzofenonas poliisopreniladas que foram isolados não só nas resinas, mas também em outras partes das plantas. Dentre as atividades biológicas conhecidas apresentam atividade antidepressiva, antioxidante, antifúngica, leishmanicida, antiepiléptica, antirretroviral e antibacteriana. Uma prospecção científica foi realizada com o objetivo principal de descrever o estado da arte referente à utilização da  P. insignis a partir de pesquisa realizada em bases de dados eletrônicas científicas: ScienceDirect (http://www.sciencedirect.com), Scopus (http://www.scopus.com), PubMed (http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed) e ACS Publications (http://pubs.acs.org) utilizando o nome científico da espécie como descritor para a busca. Em que apenas onze (11) artigos científicos publicados na última década foram encontrados. Destes, seis (6) artigos se referiam a aplicações farmacológicas para o Sistema Nervoso Central. Os documentos tratam da bioatividade dos constituintes da P. insignis,  sobre os efeitos neurofarmacológicos. Desta forma, tem se que as revisões científicas são usadas como instrumento para mensuração e avaliação do desenvolvimento científico e socioeconômico de um país ao tempo em que apresenta o potencial farmacológico que vem sendo testado e atribuído a esta espécie e/ou aos seus derivados referentes à suas atividades neurofarmacológicas.


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