Avaliação da Tolerância ao Calor de Ovinos Mestiços ½ Dorper + ½ Santa Inês Suplementados com Diferentes Níveis de Ionóforo no Semiárido da Paraíba

João Paulo da Silva Pires, Bonifácio Benicio de Souza, Gustavo de Assis Silva, Luanna Figueirêdo Batista, Luana da Silva Araújo, José Lucas Santos Rodrigues

Resumo


Objetivou-se avaliar a tolerância ao calor de ovinos mestiços ½ Dorper + ½ Santa Inês suplementados com diferentes níveis de ionóforo, por meio da aplicação de testes de tolerância e avaliação das respostas fisiológicas. Foram utilizados 23 ovinos, machos, não castrados, mestiços ½ Dorper + ½ Santa Inês com peso vivo médio inicial de 25 kg. A tolerância dos animais ao calor foi avaliada por meio dos testes de Baccari Júnior e Benezra, durante dois dias ensolarados, consecutivos. As médias das temperaturas retais obtidas antes do estresse (TR1) e uma hora após o estresse (TR3) foram aplicadas na fórmula do Índice de Tolerância ao Calor. Não houve efeito significativo (P > 0,05) entre os tratamentos com diferentes níveis de ionóforo para a temperatura retal e a frequência respiratória, como também para os testes de adaptabilidade. A análise do coeficiente de adaptabilidade e do índice de tolerância ao calor demostrou que os animais são adaptados ao ambiente e apresentam bom índice de tolerância ao calor, já que os mesmos dissiparam o calor rapidamente e restabeleceram suas temperaturas normais. A monensina sódica não teve influência sobre os parâmetros fisiológicos, índice de tolerância ao calor e coeficiente de tolerância ao calor dos ovinos submetidos aos diferentes tratamentos experimentais.

DOI: 10.15528/2176-4158/rcpa.v17n1p30-36


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DOI: https://doi.org/10.15528/4179