PRÁTICAS DO ENSINO DE GEOGRAFIA: UMA ANÁLISE DE UMA ESCOLA DO CAMPO A PARTIR DO ENSINO DECOLONIAL

Lisanil da Conceição Patrocínio Pereira, Ronilson Farias Majjione Balbuena, Leticia Bazzi do Nascimento Balbuena

Resumo


A pesquisa parte de uma abordagem sobre práticas educacionais ligadas à disciplina de Geografia como práxis do processo de construção de um ensino decolonial na Escola do Campo Madre Cristina, no Munícipio de Mirassol D’Oeste/MT, identificando a contribuição dos professores e do território enquanto fruto de luta pela terra na desmistificação do ensino tradicional. A construção do estudo elencou uma análise pautada na busca de entender a metodologia convencional, perpassando pela BNCC até chegarmos à proposição do ensino decolonial, com ênfase de se compreender a relevância do território na educação, com base em livros e artigos de autores que trabalham nesta proposta. Como metodologia, apresentamos a área de estudo realçando seu histórico e, in loco, a proposta de questionário semiestruturado, conversas não estruturada e de observação participante para uma análise do território do Assentamento, enfatizando o ensino como base de construção/desconstrução de paradigmas. Estas metodologias foram de suma importância para o conhecimento, objetiva e subjetivamente do lócus da pesquisa, permitindo a utilização da abordagem quanti- qualitativa, para a interpretação do que foi observado sobre o papel do professor de geografia e sua práxis no contexto do campo. A utilização de novas práticas pedagógicas e a compreensão do ensino decolonial possibilita a formação de sujeitos com criticidade e, que efetivamente questionem o modelo eurocêntrico de ver o mundo e toda a sua contraditoriedade para uma escola de autonomia.

Palavras-chave


Geografia. Ensino tradicional. Ensino decolonial. Criticidade. Autonomia.

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DOI: https://doi.org/10.26694/equador.v10i01.11963

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Revista da Pós-graduação em Geografia, do Centro de Ciências Humanas e Letras da UFPI

 ISSN 2317-3491

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