UNIDADES GEOAMBIENTAIS DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO BRANCO NO SUDOESTE DO ESTADO DE MATO GROSSO

Josiel Dorriguette de Oliveira, Juberto Babilônia de Sousa, Celia Alves de Souza

Resumo


Compartimentar a bacia hidrográfica em unidades geoambientais permite indicar as potencialidades e fragilidade dos ambientes, possibilitando assim delimitar as áreas mais favoráveis a exploração econômica. O objetivo dessa pesquisa foi compartimentar a bacia hidrográfica do rio Branco em unidades geoambientais, verificando suas potencialidades e limitações ao uso e os impactos ambientais decorrentes da ação antrópica. A metodologia consistiu em quatro etapas, quais sejam: análise documental e bibliográfica; interpretação de mapas temáticos; visitas in loco; coleta de dados em campo. A compartimentação geoambiental foi realizada tendo em primeiro plano a morfologia do relevo, para tanto foi analisado as unidades geomorfológica e a declividade. Os mapas temáticos foram gerados com auxílio de imagens de satélite e dados secundários da SEPLAN, IBGE e INPE. A ocupação na bacia iniciou-se a partir da década de 1960, trazendo consigo impactos associados, como a supressão de APPs, processos erosivos, assoreamento dos canais de drenagem, o lixo urbano e o esgotamento sanitário.. Foram definidas quatro Unidades Geoambientais (UG): a UG-I compreende o planalto; a UG-II corresponde às serras com declividades de até 20%; a UG-III abrange as áreas de serra onde a declividade é superior a 20% e a UG-IV abarca as áreas onde predomina a depressão e as planícies fluviais. O estudo permitiu compreender a interação e dinâmica ambiental, a espacialização e o modo de uso e ocupação da terra no contexto da bacia hidrográfica do rio Branco.

Palavras-chave


Paisagem. Relevo. Solos. Uso da terra. Impactos ambientais

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DOI: https://doi.org/10.26694/equador.v10i2.12761

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Revista da Pós-graduação em Geografia, do Centro de Ciências Humanas e Letras da UFPI

 ISSN 2317-3491

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