CORPOREIDADE E AS RELAÇÕES DE GÊNERO: por uma teoria corporal da ação social e individual

Maria Aparecida Barros de Oliveira Cruz

Resumo


RESUMO:

Vivemos, na contemporaneidade, a exposição de corpos tanto o masculino quanto o feminino. É por meio dos corpos que os sujeitos expressam seus desejos e sonhos, como também evidenciam seus pré-conceitos, ideologias e estereótipos. Os corpos igualmente revelam as interdições, as normas vigentes, especialmente no que diz respeito às questões que envolvem gênero e sexualidade. O presente artigo objetiva discutir as noções de corpo e corporeidade sob à luz das novas teorias, em especial a do habitus de Pierre Bourdieu. Além de fazer brevemente a revisão da literatura concernente a esse assunto, esse estudo retoma os conceitos de gênero e sexualidade a partir do que pensam estudiosos como Michel Foucault e Guacira Louro, com o propósito de repensar o lugar que as relações homoafetivas e de gênero ocupam em nossa sociedade. Nesse contexto procura-se discutir o papel da escola e dos seus agentes, destacando-se a importância do educador comprometido com a construção e desconstrução dos saberes. Discussões em torno de questões como gênero e sexualidade a partir da ideia de corporeidade podem contribuir para a superação da homofobia ao mesmo tempo que possibilitam condições para se problematizar as formas como lidamos e entendemos as diversas relações sociais.


Palavras-chave


Corpo. Corporeidade. Relações de Gênero. Sexualidade. Escola.

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DOI: https://doi.org/10.26694/equador.v2i2.1353

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Revista da Pós-graduação em Geografia, do Centro de Ciências Humanas e Letras da UFPI

 ISSN 2317-3491

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