IMPACTOS SÓCIOAMBIENTAIS DAS POLÍTICAS DO SETOR ELÉTRICO NA BACIA DO RIO TELES PIRES EM SINOP/MT

Rozivaldo Barros de Souza, Edevaldo Aparecido Souza

Resumo


O texto tem o propósito de apresentar uma discussão acerca dos conflitos socioterritoriais causados por empreendimentos hidroelétricos na Amazônia, a iniciar pelas usinas hidrelétricas de Tucuruí (PA) e Balbina (AM), no norte do país, construídas na década de 1970, por meio de políticas públicas como o Programa de Integração Nacional (PIN) e, nos anos 2000 o Programa de Aceleramento do Crescimento (PAC), para a implantação do complexo hidrelétrico de Teles Pires, composto por cinco Usinas Hidrelétricas na bacia do rio Teles Pires no norte do estado de Mato Grosso. O objetivo é analisar os atuais desdobramentos dos conflitos socioterritoriais de centenas de famílias promovidos pelas políticas do setor elétrico, que estão sendo implantadas nessa área. A pesquisa foi direcionada para uma abordagem teórico dialético, a partir de leituras bibliográficas e documental, a partir das obras de Barbosa (1988), Fiorelo Picoli (2005) sobre a ocupação da Amazônia Legal; Souza (2017), Soares (2016), Soares (2016), Gonçalves (2007), MAB (2013), que debatem a atual situação das UHE’s já implantadas e em processo de implantação na bacia do rio Teles Pires. A pesquisa é qualitativa, embora sejam utilizados dados quantitativos, que apresentam impactos ambientais e sociais na área da bacia.


Palavras-chave


Hidrelétricas. Conflitos socioterritoriais. Amazônia. Teles Pires. Resistência.

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DOI: https://doi.org/10.26694/equador.v9i1.9376

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Revista da Pós-graduação em Geografia, do Centro de Ciências Humanas e Letras da UFPI

 ISSN 2317-3491

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