TERRITORIALIDADES FEMININAS NOS TERRITÓRIOS CERRADEIROS

Maria Aparecida Souza, Edevaldo Aparecido Souza

Resumo


Resumo: A proposta do artigo envolve a compreensão acerca das territorialidades femininas camponesas do Cerrado, cujos conceitos e abordagens sobre território e territorialidade estarão presentes. O objetivo compreende a análise das territorialidades femininas nos espaços do Cerrado, apresentando as resistências e o legado das experiências vivenciadas cultural e ambientalmente. O método atribuído ao debate é o dialético e a metodologia utilizada foi a de revisão de literaturas com análise qualitativa das discussões acerca do processo de ocupação socioespacial do Cerrado, dos conceitos sobre território e territorialidades e do legado resguardado pelos saberes femininos nos campos cerradeiros. Como resultados parciais é possível evidenciar que coexiste um elo entre o feminino e a ecologia, na qual, as mulheres carregam em suas identidades os campos cerradeiros e abrigam vivências e cuidados com os valores construídos em seus territórios. Deixam marcas, ora perdidas, ora guardadas nas memórias para serem resgatadas em momentos oportunos. Da invisibilidade imposta às competências femininas ao suporte do abrigo germinante dos vários modos de resistência, desabrocharam como energias pulsantes para a construção das identidades e territorialidades como formas no pensar e no agir, dentro do processo de lutas e permanência em terras camponesas.

Palavras-chave


Feminino; Territorialidades; Cultura; Cerrado.

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DOI: https://doi.org/10.26694/equador.v9i1.9379

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Revista da Pós-graduação em Geografia, do Centro de Ciências Humanas e Letras da UFPI

 ISSN 2317-3491

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